quinta-feira, 14 de julho de 2016

Pare de Reclamar e Concentre-se nas Coisas Boas – Will Bowen

Sabe aquela pessoa que vive se queixando? 

Que, de cada 10 frases que saem de sua boca, 11 são reclamações?

Com certeza você conhece alguém assim.

Ou... talvez... você seja alguém assim.

Posso até ouvir você dizendo: "De jeito nenhum! Eu não reclamo!"

Não mesmo? Tem certeza? 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Não testado em animais = Cruelty free. Será?

Eis que estava na internet, procurando mais uma vez a lista de empresas que não testam em animais, quando me deparei com um post dizendo que compram da empresa X sem medo, porque ela testa em células, e não em animais.

Aí meu radar interno apitou.

Testa em células? Isso quer dizer que quem não testa em animais testa em células? Ou é só aquela empresa?

Mas, vem cá, em que tipo de célula?

Porque se for em célula animal, estamos trocando seis por meia dúzia. Sério.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O que acontece quando descobrem que você não come carne

Porque, acredite, você não foi o primeiro a fazer a piadinha da alface.

É sempre assim, você tá lá, na sua, fazendo o seu prato e, de repente, acontece: 
- Você não pegou carne?
- Não.
- Por que? Pega lá, tá ótima.
- Não, obrigada.
- Toma, pode pegar essa aqui.
- Não, obrigada... eu não como carne...

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

1 página de Cada Vez – Adam J. Kurtz

Uma Página de Cada VezQuando a febre dos livros interativos começou, eu achei a ideia bem interessante. Pelo menos na teoria.

Naquela época, a bola da vez era o "DESTRUA ESTE DIÁRIO", mas nunca me interessei por ele. Olhei as propostas por aí afora, e, oi? "arranque esta página"? "rasgue tudo"? "mastigue isso"? até vi umas pessoas que contornaram e não fizeram as propostas ao pé-da-letra, o que também teria sido a minha abordagem, mas não me animei.

Então, um belo dia, me deparei com isso:

AS COISAS são O QUE VOCÊ faz DELAS
TODO DIA É UMA OPORTUNIDADE DE CRIAR ALGO NOVO. LARGUE O CELULAR E PEGUE UM LÁPIS. ENCONTRE UM TEMPO PARA SI MESMO. A INTERNET NÃO VAI DESAPARECER ENQUANTO ISSO. COMECE COM UMA PÁGINA DE CADA VEZ, E VOCÊ VAI SE SURPREENDER COM O QUANTO É CAPAZ DE CRIAR.;

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Presentes da Vida — Emily Giffin

Eu nasci bonita. De cesariana, comecei a vida evitando problemas como plagiocefalia e arranhões decorrentes de uma passagem forçada pelo canal do parto. Por outro lado, vim ao mundo com um nariz delicado, lábios em forma de arco e sobrancelhas bem definidas. Eu tinha a quantidade exata de cabelo, cobrindo os lugares certos da minha cabeça, que prometia uma bela cabeleira com um formato excepcional.

Além de extremamente chato (o livro começa com isso que eu copiei aí em cima, e continua nesse ritmo até... o fim), não consegui acreditar em uma única palavra.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Journal52

Click for full size
Eu tenho coisas demais.
Quando digo coisas, quero dizer esse tipo de coisas: papéis, lápis, lápis de cor, canetas, tintas, penas...
E olhar pra tudo isso encostado me dá... coisas. O que não me impede de sempre querer mais coisas (minha resolução de ano novo - se eu fizesse resoluções de ano novo - deveria ser não passar mais em frente a papelarias, nem ver materiais diferentes na internet).
Aí que por esses dias, encontrei um projeto na internet que poderia me ajudar a efetivamente usar algumas dessas coisas.

O Journal52 começou oficialmente dia 6 de janeiro, com previsão de ocorrer o ano todo: a meta é fazer 52 projetos (1 por semana), formando uma espécie de diário artístico - isso é bastante comum por aí - o chamado journaling.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O Teorema Katherine — John Green

Depois de falar que eu leria até a lista de supermercado do John Green1, comecei a colocar isso em prática.

Só que a coisa não tava indo como eu imaginei.

Primeiro veio a Alasca. E hm...2
Aí veio a Margo. E eh...3

Mas então veio o Colin. E, finalmente, o alívio. E as risadas. E a sensação de achar um livro que faz... algo4. E nem foi pela história.

Gostei de O Teorema por muitas razões diferentes - desde aquelas que não sabemos expressar às mais óbvias.

Uma das razões óbvias foi descobrir que Colin era superdotado - não pela curiosidade que imagino que isso proporciona, mas pela identificação.

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