segunda-feira, 4 de junho de 2012

O que você faz da meia-noite às 6?

Eu tenho uns parafusos a menos. Só pode.

Comigo é assim: é só apagar a luz que as ideias não só penduram-se no trapézio, mas também fazem malabarismos, saltos mortais, acrobacias... com direito a duplo twist carpado e stützkehre (everybody googling it in 3...2...).



A maior parte eu simplesmente ignoro. 

O problema é que tem umas teimosas e insistentes, que só sossegam quando eu faço algumas notas no celular. Mas até que dá pra ir levando assim.

Agora tem outras que são piores que mula quando empaca: só me deixam em paz quando levanto, pego meus instrumentos medievais de tortura (papel e lápis) e as destrincho até que não sobre um pedacinho inteiro para contar a história.

Como conseguir muitos seguidores? Descobri de madrugada.


PS: Como eu soube que eu estava melhor? Minha insônia voltou, junto com suas companheiras circenses. Obrigada por não terem me abandonado. ¬¬


Crédito: imagem


2 comentários:

  1. Não sei você, mas eu tenho mania de inventar histórias (Aliás, tenho que fazer um post sobre isso). Se houvesse um processo mágico de escrever livros com a força do pensamento eu já teria uns trocentos publicados. Às vezes fico dia com tramas na cabeça IMPLORANDO para serem escritas e enquanto penso não consigo fazer mais nada! Quero largá-las, mas não dá. Tenho que dá um jeito de fazê-las perder a força até serem substituídas por outras.


    Mas no meu sono não. Meu sono é sagrado, não abro mão dele por (quase) nada.


    PS: O dia em que eu quase virei a noite escrevendo 22 páginas de uma história sobre pessoas geneticamente modificadas num futuro "pós-apocalíptico" foi uma rara exceção.

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  2. Histórias também estão presentes, mas em menor extensão - o que não significa que eu também não teria uns livros publicados se fosse dessa forma rs
    Sim, o pior é isso: não desgrudam de jeito nenhum! E na hora que eu sento com o intuito de escrever, elas resolvem se esconder. Hunf.
    O que mais acontece comigo é ficar divagando mesmo - com tudo, seja uma frase que li, um trecho de conversa que ouvi na rua (às vezes, eu chego a criar um contexto, ou um desfecho), algo que presenciei,... enfim, penso de mais!
    Ah, também fico imaginando quem são, quais as suas histórias, o que fazem, onde estão indo, se são felizes, se estão cansadas, etc, pessoas desconhecidas que passam por mim (ou por quem eu passo), na rua, no ônibus, no trem, no metrô... acho que tenho sérios problemas! Hahaha


    Bem que eu queria ter um sono sagrado, mas não consigo controlar! :P

    PS: Hahahaha! Tá pior que eu, hein? Nunca cheguei em 22 páginas! rs

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