terça-feira, 5 de março de 2013

A Tale of Two Cities – Charles Dickens

Liberty, equality, fraternity, or death; — the last, much the easiest to bestow, O Guillotine!

*fecha o livro e encara*
– Ué, não vai mais ler?
– Não.
– Alguém morreu?
– Não.
– É ruim assim o livro?
– Não. Muito pelo contrário: é muito bom. Mais que muito bom. Um dos (se não o) melhores livros que eu já li na vida. E olha que nem terminei de ler pra dizer isso. O Dickens é realmente bom. MUITO bom. Sério. Ele consegue fazer crítica social com bom humor. Satiriza a coisa toda, coloca História (sabe, aquela com letra maiúscula) no meio, sem deixar de ser engraçado. É trágico e cômico. E ainda acrescenta um certo drama. Fala de coisas sérias conseguindo provocar risadas. E ainda dá umas lições de moral no meio de tudo. E escreve super bem. Ele sabe exatamente como manipular a linguagem. Até os títulos dos capítulos são incríveis. E... olha como começa, é um dos melhores começos que eu já vi: 
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